Filme + Livro = Contatos Imediatos de Terceiro Grau

Contatos imediatos de terceiro grau (1977)
Diretor :Steven Spielberg
Elenco: Richard Dreyfuss, François Truffaut, Teri Garr mais
Ficção científica , Aventura , Drama

Você acredita em vida em outros mundos? E se acredita você gostaria de ficar cara a cara (supondo eu eles tenham cara) com um?
Eu acredito sim em alienígenas, mas não necessariamente que são mais inteligentes ou evoluídos do que nós terráqueos, e sim, eu gostaria de ter um encontro um.

Alias segundo a Wikipédia ‘’ Em ufologia um encontro imediato ou contato imediato é um evento em que uma pessoa vê a presença de um objeto voador não identificado (OVNI) e, ocasionalmente, os seus hipotéticos ocupantes. Esta terminologia e sistema de classificação que lhe está subjacente foram inventados pelo astrônomo e ufólogo norte-americano Josef Allen Hynek (1910-1986)’’.

Foi justamente baseado nesse termo do ufólogo Allen Hynek, que Steven Spielberg tirou o nome do filme mais tarde livro,, ‘’Contatos Imediatos de Terceiro Grau no original Close Encounters of the Third Kind.’’. O projeto já tinha sido idealizado em 1973 e começou a ser filmado em 76, estreando em novembro de 1977.

Aqui vai uma ressalva, eu li o livro e vi o filme e são idênticos, mas cada um me tocou de uma forma diferente, ambas positivas.


contatos 3O livro narrado em 3ª pessoa começa falando sobre incrível descoberta do cientista Claude Lacombe (François Truffaut) no deserto de Sonora que fica na divisa dos Estados Unidos e México, de aviões da segunda guerra mundial em perfeitas condições de uso, dados como desaparecidos em 1945,

Perto dali, ocorre um blecaute por causa de quedas dos fios de tensão, que são destruídos sem motivos aparentes, e o eletricista Roy Neary (Richard Dreyfuss) é chamado para ajudar na reparação da rede elétrica. Mas Roy no caminho dá de encontro com luzes vermelhas e brancas, deixando-o intrigado, a ponto de deixar o serviço para ir atrás dessa luzes.

O filme tem muitas cenas de impacto, a trilha sonora é ótima durante todo o filme e uma das cenas mais bacanas, é uma em que o Roy Neary fica completamente surtado, mas é um surtado sério digamos, tem coerência com a situação e Dreyfuss da um show.

Outro destaque é a atuação de Cary Guffey, o gatinho Barry do filme. Na época com três anos e meio, ele realmente me convenceu que era aquele menino, vivendo uma experiência fantástica de outro mundo. Infelizmente Cary Guffey participou de outros filmes ate 1985, mas sem destaque sua carreira não decolou.
E o filme/livro segue contando as consequências desse encontro do eletricista e essas ‘luzes’, o que acontece com ele, com outros personagens que também avistaram o objeto até o desfeche surpreendente do final.
Eu gostei muito do livro mais do que do filme, pra falar a verdade, a historia do livro fluiu muito bem, li quase numa sentada, enquanto o filme, apesar de ter um pouco mais de 2 horas, parecia que não andava, não progredia, talvez porque já sabia do enredo e o livro realmente é idêntico ao filme.
Eu tenho só uma critica negativa ao livro, durante a trama toda, o narrador chama nosso amigo eletricista ora pelo nome ora pelo sobrenome, o que fica meio chato e atrapalha um pouquinho no começo da leitur

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